CATÓLICO: SER DISCÍPULO OU UM SEGUIDOR?

Olá amados de Deus, a paz de Jesus a todos! 
Sou feliz por ser católico!
O que mais incomoda, é ouvir pessoas dizerem que são católicas, quando na verdade, não tem compromisso nenhum com Jesus, com a Palavra de Deus e menos ainda com a Igreja e seus ensinamentos.
É preciso mudar essa mentalidade que católico pode viver de qualquer jeito e de acordo com o que pensa. Catolicismo, não é achismo. 
Ser católico não se resume apenas em ser um seguidor de Jesus; há uma grande diferença entre seguir Jesus e ser discípulo Dele.
Observa o texto a seguir, perceba a diferença e identifique-se.

O discípulo e o seguidor
 O seguidor espera pães e peixe; o discípulo é um pescador.
 O seguidor luta por crescer; o discípulo luta por reproduzir-se.
 O seguidor se ganha; o discípulo se faz.
 O seguidor gosta do afago; o discípulo gosta do serviço e do sacrifício.
 O seguidor entrega parte dos seus desejos; o discípulo entrega sua vida.
 O seguidor ouve a palavra e a guarda no coração, o discípulo leva esta palavra aos aflitos;
 O seguidor espera que lhe apontem a tarefa; o discípulo é solicito em tomar a    responsabilidade.
 O seguidor quase sempre murmura e reclama; o discípulo obedece e nega a si mesmo.
 O seguidor reclama que o visitem; o discípulo visita.
 O seguidor conhece a Bíblia de capa a capa, o discípulo conhece e pratica o que sabe;
 O seguidor pratica a caridade, o discípulo pratica o mais puro amor, o amor de Deus;
 O seguidor sonha com a igreja ideal; o discípulo se entrega para fazer a igreja real.
 O seguidor diz: Que bonito!; o discípulo diz: Eis-me aqui.
 O seguidor aponta o dedo e mostra as pessoas para Deus, o discípulo mostra Deus às pessoas;
 O seguidor espera por um avivamento na igreja; o discípulo é parte do avivamento.
 O seguidor é condicionado pelas circunstâncias; o discípulo as aproveita para exercitar sua fé.
 O seguidor vale porque soma; o discípulo vale porque multiplica.
 O seguidor é importante; o discípulo é indispensável.


O discípulo pode até fugir da raia, pode até negar, pode até se esconder, pode até correr nú pra se safar...
Mas o discípulo não tem mais para onde ir... Aí está a diferença.

O admirador sempre tem para onde ir; e sempre se defende dizendo que tem muito a perder.
O discípulo, todavia, quando corre, não o faz porque antes fez “contas” e concluiu pela vantagem da fuga. Não! O discípulo foge apenas porque é humano, porque se assusta, porque precisa aprender quem é o Mestre...; e, muitas vezes, isso só acontece na escuridão da noite da fuga e do medo.
O discípulo não tem mais para onde correr... Mesmo quando corre de medo... Visto que está no Caminho.
Assim, o discípulo foge para dentro.
O Admirador corre para fora. O discípulo se assusta. O admirador não se assusta, apenas trata de se precaver.
Para o discípulo o Mestre é tudo, mesmo quando ele se vê como um Nada.
 Já o admirador vê no Mestre uma oportunidade; e nada, além disso. Em podendo ser aproveitada (a oportunidade), ótimo. Mas se não for possível, na melhor das hipóteses, o admirador serve ao Mestre Morto; até carrega o seu cadáver; mas jamais corre o RISCO de morrer junto...
O sinal de perigo para o admirador acontece quando alguém importante e com poder, pergunta: “Por ventura és um deles?” Nessa hora o admirador cala-se.
O discípulo pode negar, praguejar, dizer “não sou”. Mas jamais crerá em si mesmo... Daí o porquê de sair para chorar amargamente na escuridão da noite das angústias.

POIS NEGAR O MESTRE E NEGAR SUA PRÓPRIA EXISTÊNCIA E SEU SENTIDO DE VIVER.


Que o Espírito santo nos ilumine para assumirmos nosso compromisso batismal e sermos verdadeiros discípulos de Jesus.

Rodrigo Ferreira
Missionário e Fundador Missão Louvor e Glória