FUNDAÇÃO : COMO TUDO COMECOU
QUEM SOMOS : ESPIRITUALIDADE
QUEM SOMOS: CARISMA
O QUE FAZEMOS : ATIVIDADES
ONDE ESTAMOS : SEDE , NUCLEO, PAISES
”QUEM SOMOS : CARISMA
“No tempo em que Eu vos reconduzir e vos recolher, porque farei de vós um objeto de Glória e de louvor quando Eu tiver realizado a vossa restauração sob os vossos olhos, diz o Senhor”. (Sof. 3,20).
A respeito da identidade e carisma da Missão Louvor e Glória, é importante lembrar, que buscamos a cada dia, através das nossas formações e espiritualidade, termos a total consciência e definição do que somos e qual deve ser o nosso papel a ser desempenhado no mundo, na sociedade, na família e na igreja.
Somos um grupo de fiéis leigos comprometidos com o Reino de Deus e sua Igreja Católica Apostólica Romana, inseridos e obedientes a ela e toda sua hierarquia, doutrina, dogma, catequese e orientações.
Através do testemunho de vida somos chamados a ser sal da terra e luz no mundo e na realidade em que vivemos.
A partir do nosso Batismo, fonte de nossa vocação, nos comprometemos com a Igreja e com os irmãos mais necessitados, seja material ou espiritualmente, a levar uma vida digna da vocação ao qual fomos chamados, vivendo a fraternidade e a caridade como os grandes valores de nossas vidas.
As virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade são de fato buscadas com intensidade por cada membro da Missão Louvor e Glória e aplicados em nosso relacionamento e em cada uma de nossas ações apostólicas e pastorais.
Somos chamados a dar frutos sempre mais abundantes em todos os seguimentos de nossas vidas: obras, preces, iniciativas apostólicas, vida conjugal e familiar, trabalho cotidiano, descanso do corpo e da alma e mesmo nas provações da vida.
Deus nosso Pai e Criador é o grande agricultor, Jesus nosso salvador e redentor é a Videira Verdadeira e nós somos os ramos, que pelo Espírito Santo nosso Santificador e doador dos Dons, buscamos frutificar para o louvor e a Glória de Deus.
“Abri Senhor os nossos lábios e nossa boca anunciará os seus louvores” (Salmo 50, 17).
Nosso carisma não se resume em apenas dizer palavras de louvor, pois sabemos que o Senhor Deus abomina um povo que lhe louva com os lábios, mas tem o coração distante Dele.
Mas Deus nos deu como recompensa uma língua e dela nos serviremos para louvá-lo (Eclo. 51, 30). Viver a gratidão com retidão. Este é o nosso desejo e foi para isso que fomos chamados, para dar graças a Deus em todas as circunstancias ao invés de murmurações e fazer da nossa vida um grande louvor a Deus. (I Tes 5, 18).
Não só dizer Amém, mas mostrar com a vida que cremos, não só dizer muito obrigado, mas fazer da nossa vida e através das nossas atitudes concretas, um grande louvor a Deus.
Deus é Deus e nós devemos ser adoradores, Ele é o sol e nós apenas o reflexo, e como adoradores buscamos, em tudo, agradá-lo, pois são esses adoradores que o Pai deseja.
“Deus, somente Deus, em tudo e Sempre; a Ele, e só a Ele, o louvor, a honra, a gloria, o poder, a realeza, a autoridade e o domínio pelos séculos dos séculos, Amém”.
“Na verdade é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso” (oração eucarística II).
A Eucaristia é o ponto culminante da nossa fé católica, é a perfeita Ação de Graças. Nela celebramos a Paixão, morte e ressurreição de Jesus. Ela é o memorial da Paixão do Senhor e nela Jesus está inteiramente presente com seu corpo, sangue, alma e divindade.
Na Eucaristia Jesus se deixa encontrar e também nos chama a participar da Sua Paixão nos entregando inteiramente com Ele, Nele e para Ele, para sermos ação de graças no mundo.
Esta palavra: “AÇÃO DE GRAÇAS” já nos revela que são nossas ações que tem que agradar a Deus e não somente nossas palavras, por isso, em resposta a esse Perfeito Amor queremos nos doar, nos consumir por Jesus na Eucaristia, adorando-O e amando-O com todo o nosso coração, nossa alma, nossa inteligência e com toda a nossa força, até por aqueles que não O amam e não O adoram.
O Senhor se deixa encontrar também nos pobres, nos que tem fome e sede, nos que estão nus e doentes, encarcerados e esquecidos. Sendo assim queremos servir o próximo que precisa de amor e de cuidados, levando a eles a boa nova do Evangelho e a libertação de todo o cativeiro e escravidão física ou espiritual.
Tudo o que somos chamados a sermos e a fazermos, pois a fé sem obras é morta, somos e fazemos para o bem da Igreja e em nome do Senhor Jesus Cristo, dando por Ele graças a Deus Pai.(Col. 3, 17).
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